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Alagoas é o retrato da desigualdade, enquanto Maceió melhora indicadores sociais

Por Assessoria PSDB/AL

Os dados do Atlas da Mobilidade Social que recentemente voltaram a ser divulgados mostram uma realidade dura para Alagoas. São números reais, que expõem um problema estrutural de pobreza, desigualdade e baixa mobilidade social no estado. Na capital, no entanto, alguns desses indicadores mostram um caminho diferente. Sob a gestão JHC, Maceió passou a concentrar políticas municipais justamente em áreas capazes de interferir nesse ciclo: geração de emprego, educação, qualificação profissional, inclusão territorial e autonomia das mulheres.

O mercado de trabalho é um dos sinais mais claros. Em 2024, Maceió criou 11.712 empregos formais, quase 60% de todas as vagas geradas em Alagoas. No primeiro semestre de 2025, o contraste foi ainda mais evidente: enquanto o Estado perdeu 8.761 postos de trabalho, a capital manteve saldo positivo e criou 3.491 vagas com carteira assinada.

Ao desempenho econômico se somaram iniciativas próprias da Prefeitura, como o Emprega Jovem MCZ, criado para qualificação profissional e aproximação dos jovens com o mercado. O programa já passou por diversas etapas e continua formando novos trabalhadores.

Na educação, a mudança também é mensurável. Maceió tinha apenas uma escola municipal com ensino em tempo integral em 2021. Em 2025, eram 31 unidades, atendendo aproximadamente 11 mil estudantes. A expansão das creches segue a mesma lógica: além de ampliar a proteção e a educação das crianças, cria condições para que pais — especialmente mães — possam trabalhar.

JHC também levou equipamentos e serviços para áreas historicamente afastadas do centro. O Parque Biblioteca do Benedito Bentes, inaugurado em 2025, reúne educação, cultura, esporte e atividades para a comunidade da parte alta. Já o Brota na Grota, criado em 2023 pela atual gestão, passou a levar serviços municipais diretamente às comunidades mais vulneráveis e já alcançou dezenas de grotas da capital.

Para as mulheres, surgiram ações como o Banco da Mulher Empreendedora e o Emprega Delas, voltadas à autonomia financeira e à inserção no mercado de trabalho.  É nesse conjunto que aparece uma característica da administração JHC: diante de um problema estrutural que atravessa gerações, a Prefeitura passou a atuar em várias frentes ao mesmo tempo.

Nenhuma gestão municipal é capaz de eliminar sozinha a desigualdade histórica de Alagoas. Mas os números mostram que Maceió passou a construir respostas próprias. Enquanto o Atlas expõe como é difícil para quem nasce pobre subir na escala social brasileira, a capital alagoana oferece um contraponto: quando emprego, educação, qualificação e inclusão territorial se transformam em prioridade de gestão, a origem pode começar a pesar menos sobre o destino.